Tudo começou como num redemoinho. Reviravam a casa, a coisa perdida era algo ainda abstrato, mas imprescindível. Saberiam quando a encontrassem. Somente a sensação de irreparável perda. Perguntas oscilavam em lembranças e mergulhos no cerne da questão. Buscas incontáveis na casa toda. Veio à noite e as sombras escondiam mais, o lugar revelou possuir inúmeros segredos, cantos esquecidos ganhavam outros interesses. As vigílias revezaram-se até de manhã. Café tomado às pressas, levou mais um dia nas buscas, olhos cansados de levar e trazer coisas, por fim, vacilantes tomavam coisas já vistas como se fosse a perdida, apaziguados foram se acomodando novamente pelo esquecimento.
viernes, 18 de noviembre de 2011
Rodamoinho
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