Do quinto vejo a lua preta de andaluzia.
A lua em eclepsidra.
A lua dagua flexa de um borrao prata no céu negro
Do quarto vem o fumo de um cigarro de fim de noite.
Alguém suspira a lua aspira o fumo e condena a noite ao seu umbral de cinzas.
Há um troço de algum animal morto no asfalto em frente.
De baixo sobem os roncos dos que ja estao dormindo.
Somente a conpania de fumantes noturnos e um toço esquisito para os vermes.
Tudo banhado em prantos da lua morta.
Mais uma sem que tire de dentro os olhos melados de pudor.
Sonho com um rosto menino colhendo espigas verdes de milho.
Amareladas feito os dentes de um fumante.
miércoles, 3 de octubre de 2007
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