domingo, 29 de abril de 2007

a fructibus cognoscitur árbol



3 comentarios:

julio tigre dijo...

gracias a waldir e daniele pelas fotos

Nanda dijo...

Seu texto Noite é tão real, físico, cheio de densidades corpóreas, pode-se tocá-lo, quente, perto, agora mesmo se deu, se dá em algum lugar...volume denso do presente já.
Suas illuminatiodetritus e fructibus cognoscitur arból são o oposto, como camadas e camadas de intelecto, como se tentasse a síntese no esvaziar do signo história. Luzes esvaziadas e esqueléticas, lembranças frias de tempos não vividos, espectros de emoções. Melancolias filtradas. Espera e lentidão para florescer algo de fio, de guia, de ir para outro lá. Não quero com isso tecer nenhum tipo de juízo de valor. Apenas expressar as emoções que seu trabalho moveu. Fernanda

julio tigre dijo...
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